A série BRASILIANA contém 30 documentários sobre o processo social brasileiro.
1 - CUBATÃO
2 - SÃO SIMÃO, ADEUS
3 - MADEIRA
4 - PLANTANDO DÁ
5 - O ÊXODO RURAL
6 - O IRMÃO DA ESTRADA
7 - IMIGRANTES O CAMPO
8 - SÓ SE PERDE O BERRO
9 - O TREM DE FERRO
10 - DE FORNO E FOGÃO
11 - PEDRO PESCADOR
12 - O AMANHECER DO ATLETA
13 - IMIGRANTES: A CIDADE
14 - O SOM NOSSO DE CADA DIA
15 - GARRAFEEEERO !!!
16 - CAPITANIAS HEREDITÁRIAS
17 - OS INSETOS
18 - MANIOP !
19 - UM, DOIS, FEIJÃO, ARROZ
20 - O RIO RIBEIRA DE IGUAPE
21 - O RIO PARAIBA DO SUL
22 - O RIO TIETÊ
23 - FIBRA
24 - TROPEIROS
25 - DO TEJO AO TIETÊ
26 - PIMENTAS
27 - O VELHO CHICO QUER NASCER DE NOVO
28 - SOMOS A FLORESTA
29 - O VENTO E AS IDEIAS
30 - RAIZES
Sinopse
Vestígios arqueológicos sugerem que, há mais de 7.000 anos, a mandioca já era cultivada em nosso país. A técnica para obtenção de sua farinha continua, até hoje, a mesma utilizada pelos indígenas na época do Descobrimento.
Durante o período Colonial, alguns governantes, a começar por Maurício de Nassau, perceberam que o empreendedor agrícola busca mais o lucro do que a colheita de alimentos para a população. Este o motivo pelo qual a mandioca frequentou, ao longo de nossa história, tantas leis e regulamentos. Aliás, o corpo legal proposto, em 1823, para o Brasil independente, ficou conhecido como "Constituição da Mandioca".
Graças à sua adaptabilidade a climas e solos, a mandioca está presente em todo nosso território. De cultivo simples, requer poucos tratos culturais.
O documentário Maniop ! mostra como, além de produzir farinha, o alimento energético mais consumido no Brasil, esta planta fornece a fécula, um amido com características especiais de viscosidade e transparência, que permitem largo emprego na fabricação de alimentos industrializados, e na industrialização de papel, couro e tecidos.
Maniop ! traz à tona aspectos de nossa pouco conhecida pré-história, e ajuda a vislumbrar novas perspectivas para o emprego desta antiga riqueza vegetal brasileira.
Ficha técnica
Fotografia: Eduardo Poiano
Música Original: Wilson Souto Jr.
Transcrições: Maria Elisa Bifano
Assistência Técnica: Taglar Dudus
Colaboração: Claudio Villas Boas, Orlando Villas Boas, Sonia Jordão
Vozes de: Graça Berman, Julio Calasso, Renato Borghi
Participação Especial: Euclides Moreira
Roteiro e Direção: Mario Kuperman
Produzido pela Futura Filmes
Distribuido por: [email protected]
Mais informações: [email protected]
Mario Kuperman
Publicou 10 romances e um livro de ensaios (1.968 a 2.011)
Dirigiu um longa e 96 curtas e médias metragem (1.969 a 2.014)
Premios em Gramado (1.987 e l.990), Brasília (1.992 e 2.000) e Rio Cine 1.990
Archeological traces suggest that, more than 7.000 years ago, manioc was already grown in our country. The technique for the obtention of its flour continues, until today, the same one utilized by the indigenous people at the time of the Discovery.
During the Colonial period, some rulers, starting with Maurício de Nassau, noticed that the agricultural entrepreneur seeks the profit more than the harvest of food for the population. This is the reason why manioc was present, along the course of our history, in so many laws and regulations. In fact, the legal body proposed, in 1823, for the independent Brazil, was known as “Manioc Constitution”.
Thanks to its adaptability to climates and soils, manioc is present throughout our territory. Of simple cultivation, it requires few cultural treatments.
The documentary Maniop! shows how, besides producing flour, the most consumed energetic food in Brazil, this plant provides a starch with special characteristics of viscosity and transparency, which allow a broad employment in the manufacturing of industrialized food, and in the industrialization of paper, leather and fabrics.
Maniop! elicits aspects of our little known pre-history, and helps envision new perspectives for the employment of this old Brazilian vegetable richness.