A rebelião do grupo Wagner contra o Presidente russo provocou “uma crise profunda e importante”, mas não vai afectar a presença desta força paramilitar nos países africanos, considera o investigador moçambicano Régio Conrado. “O grupo Wagner, de uma forma ou de outra, vai ter de continuar no continente africano porque já não se trata de interesse de um indivíduo, trata-se do interesse de um Estado”, afirma o investigador, ao lembrar o peso diplomático e militar que a Rússia adquiriu em África.
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