Luiz Caldas - A Cigana (Roberto Carlos e Erasmo Carlos)

Опубликовано: 25 Август 2026
на канале: Luiz Caldas
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Grandes Canções 🎶

A Cigana é uma canção da dupla Roberto e Erasmo, que faz parte do Álbum de 1973. A letra descreve o encontro com uma mulher enigmática, cuja aparição é tão breve quanto marcante. Através de uma narrativa poética, Roberto Carlos consegue transmitir a sensação de um amor quase instantâneo e profundamente conectado, mas que se desvanece tão rapidamente quanto surge.
O uso repetitivo dos versos sobre o vulto da cigana desaparecendo ao longe serve para enfatizar a perda e a saudade que se seguem após o breve encontro. Essa repetição cria um eco na mente do ouvinte, assim como a memória da cigana permanece na mente do narrador.
A canção também aborda a solidão e o desejo de reencontro, elementos que são intensificados pela habilidade da cigana em ler as linhas da mão do narrador, prometendo uma conexão espiritual que, infelizmente, termina em separação física. A música, portanto, não apenas narra uma história de amor fugaz, mas também reflete sobre as marcas que tais encontros deixam em nossas vidas, misturando realidade e sonho, presença e ausência.

Fonte - Letras.mus.br

A Cigana
(Roberto Carlos e Erasmo Carlos)

Uma vez você apareceu na minha vidaEu não percebi você de mim se aproximarNão sei de onde você veio e nem pergunteiTalvez de alguma estrada que eu ainda não passei
Seu olhar me disse tanta coisa num momentoParecia que podia ler meu pensamentoE no seu sorriso mil segredos percebiEntão nos seus mistérios de repente eu me perdi

Na distância vi seu vulto desaparecerNunca mais seu rosto eu pude verNa distância vi seu vulto desaparecerNunca mais seu rosto eu pude ver

Minha mão você tomou nas mãos e conheceuMinha vida inteira e o seu encanto me envolveuToda minha história leu nas linhas que mostreiO que estava escrito e o meu amor eu lhe entreguei
Hoje você anda por lugares que eu não seiVive nos meus sonhos e nas lembranças que guardeiDisse tanta coisa quando leu a minha mãoVocê só não previu a minha solidão

Na distância vi seu vulto desaparecer…