A perspectiva de gênero pode trazer uma escuta mais afinada dos pacientes, por parte dos profissionais de saúde, bem como revelar sentidos subjetivos que escapam em uma escuta comum. O letramento de gênero, assim como o racial, não é um ponto de partida (que se adquire simplesmente por ser mulher ou negro/a), mas de chegada, e depende da educação e da aprendizagem para ser promovido. Além de afetar a escuta, pode abrir para o campo das intervenções uma miríade de possibilidades.
Nessa live, contamos com a presença da psicóloga, mestre e doutoranda em Psicologia Clínica e Cultura, Isabela Castelli. O tema escolhido para exemplificar a importância dessa perspectiva foi o atendimento a mulheres amputadas.