A CBA (Companhia Brasileira de Alumínio) abriu capital na B3 em julho de 2021, pouco antes da máxima do preço da commodity no mercado global. Após quase dobrar de valor, hoje as ações negociam abaixo do preço do IPO.
Com mais de 80 anos de história, a empresa produz alumínio de forma integrada e sustentável, além de comercializar o excedente da energia elétrica gerada em suas operações e atuar no mercado de níquel, em menor escala. Inevitavelmente, a empresa está em meio à forte volatilidade do mercado global.
No terceiro trimestre deste ano, a empresa lucrou R$ 100 milhões, revertendo o prejuízo do mesmo período de 2021. Em comparação ao segundo trimestre, representa uma queda de 80%. O que esperar da empresa? Luciano Alves, CFO da CBA, participa da TradeLive de número #76. Participe!
Saiba mais sobre a CBA 👉 https://bit.ly/3OJd2A9
00:00 Introdução
01:57 Modelo de negócio
08:15 Energia e níquel
12:13 3º trimestre
17:28 Volatilidade da commodity
20: 39 Exposição à economia global
28:00 Estrutura de capital
31:20 Dividendos
33:05 Crescimento ou valor?
36:45 Concorrência
40:03 Reservas de bauxita
44:11 Riscos do negócio
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