Cristo é uma das 3 forças primárias da creação, o grande poder de coesão que unifica o universo, uma constante cósmica que mantém a ordem no Todo, o Som primordial, a força que move os átomos, o Verbo que movimenta as galáxias, a emanação filial da Fonte Absoluta, o Raio que nos une com o Uno, com a Lei, com o Pai.
Como unidade múltipla perfeita, onipresente, onisciente e onipotente, pulsa no coração do homem e se expressa como Amor e Sabedoria.
A nível planetário, dentro dos processos evolutivos e involutivos da humanidade, quando chegamos no ponto máximo de tensão, entre os abismos que separam as oitavas, Cristo se encarna no mundo, em um indivíduo devidamente preparado, para auxiliarnos nesses períodos críticos de transição, sustentando a Luz na escuridão, em supremo sacrifício, como o Sol da Meia Noite, crucificado na Terra.
Dentro do histórico da raça humana muitos o encarnaram, realizando sua Obra nas mudanças de Era, como autênticos Salvadores da humanidade.
Jesus, Krishna, Buda, Zoroastro, Maomé, entre outros, são os mais distinguidos.
Em nossa história mais recente, no período de 1926 a 2011, na transição entre a Era de Peixes para a Era de Aquário, Cristo se expressou na forma de Sathya Sai Baba, o grande Avatara Indiano, reconhecido mundialmente, por milhões de pessoas, como uma verdadeira encarnação da Divindade, no sentido mais completo da palavra.
Sua obra é a obra de todos os Avataras do Cristo, obras de amor e de serviço desinteressado, de sacrifício contínuo pela humanidade, sendo sua maior mensagem, a sua própria vida de sacrifício.
Atravessou o século 20 despertando na consciência de muitos a lembrança do fato concreto de que cada indivíduo é uma encarnação da Divindade, dizendo que Deus é igual ao homem menos o ego.
Seu símbolo é um Lótus de 5 pétalas, com o signo das 5 principais religiões do mundo: Hinduísmo, Cristianísmo, Budísmo, Islamísmo e Mazdeísmo.
Apesar de ter utilizado o Hinduísmo como veículo de sua obra, não pertenceu e nem fundou nenhuma religião.
Com tal símbolo nos ensinou que o Cristo não é exclusivo de nenhuma instituição religiosa, mas sim, que vive e palpita no cerne de todas as religiões, onde pode ser encontrado e realizado a fundo, na prática constante de todos os ensinamentos e preceitos irrepreensíveis.
Desencarnou em um domingo de Páscoa, no dia da Ressurreição do Senhor, e vive, em Espírito, em Prashanti Nilayam, a Morada da Paz Suprema.