Abertura da Exposição Pintando Poesias.
O trabalho exposto contribui com o resgate histórico e a valorização da identidade cultural do povo de Lucena. Sua proposta vai além do mergulho na memória do lugar, por meio da vida e obra do ilustre filho dessa terra, Américo Falcão. Permite conhecer o passado e preservar a memória e a cultura, requisitos para moldar as ações no presente. A Exposição é composta por Obras de Arte de alguns artistas plásticos paraibanos, retratando poesias. O Poeta paraibano nascido em 1880 na cidade litorânea de Lucena, Américo Falcão, faz parte da história literária paraibana, consequentemente história literária brasileira. Poeta, advogado e jornalista. Publicou seis livros: Auras Parahybanas - 1898, Praias - 1909, Náufragos - 1910, Visões de Outrora - 1924, Rosas de Alençon - 1926 e Soluços de Realejos - 1934. Fez parte da Academia Paraibana de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano e da Academia Paraibana de Poesia. Foi idealizador da mudança do nome da capital paraibana de Parahyba para João Pessoa, em homenagem ao Presidente Governador, João Pessoa. A Exposição Pintando Poesias sob curadoria de Denise Sales, busca preservar a memória do filho ilustre de Lucena, permitindo às novas gerações conhecer sua vida e obra, sendo esta a motivação para a propositura do trabalho ora exposto, diante da necessidade de divulgar a vida e Obra do poeta nascido em Lucena. Decidimos em um só trabalho divulgar juntamente às poesias de Américo Falcão obras de artistas plásticos paraibanos que expressam em suas formas e imagens, as belezas da terra natal do poeta, procurando unir estética e poesia.
Artistas Plásticos : André Falcão, Daiane Silva, Dimas Sales, Davi Queiroz, Edgar Luiz, Reginaldo Emídio e Ruthy Oliveira.
Américo Falcão o representante do Romantismo na Paraíba, é considerado o poeta do mar, o cantor das praias. Herdou o lirismo extravagante da escola de Castro Alves, sofrendo, contudo, alguma influência do Parnasianismo. A preferência pelo poema de forma fixa, a preocupação com a rima, a descrição da natureza, são frutos que se juntaram ao sentimentalismo exagerado encontrado na sua produção poética. É um ufanista exaltado, saudosista bem ao gosto romântico. Seu verso é doce e trovadoresco.
Américo Augusto de Souza Falcão, nasceu na Praia de Lucena, no dia 11 de fevereiro de 1880.
Américo Falcão era filho do casal Mariano de Souza Falcão e Diolinda Zeferina de Carvalho. Era filho caçula de uma geração de onze irmãos.
Américo Falcão, formou-se em Direito pela Faculdade de Direito do Recife, turma de 1908. Foi diretor da Biblioteca Pública, sócio do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano, Patrono da cadeira 12 da Academia Paraibana de Poesia, Patrona da cadeira 38 na Academia Paraibana de Letras. Américo contribuiu com a mudança do nome da nossa capital de Parahyba para João Pessoa, pois foi uma ideia do Poeta, fazendo assim uma homenagem a seu amigo João Pessoa.
O Poeta deixou publicado os livros: auras parahybanas, Praias, Náufragos, A Rosa de Alençon e Soluços de Realejos.
Américo amava Lucena, e provou seu amor ao colocar o nome da filha de Marluce, que dizia significar, Mar de Lucena. Seu amor pela pequena aldeia estava em seus versos estampados no cotidiano da época. O poeta faleceu no dia 09 de abril de 1942 de problemas cardíacos.
É triste saber que o homem que exaltou Lucena, e eternizou a pequena aldeia em seus versos, hoje vive esquecido e sua obra não é valorizada.
Denise Salles, Fundadora do Instituto Cultural Américo Falcão. ICAF
Painting is the practice of applying paint, pigment, color or other medium to a surface. The medium is commonly applied to the base with a brush but other implements, such as knives, sponges, and airbrushes, can be used.
In art, the term painting describes both the act and the result of the action. Paintings may have for their support such surfaces as walls, paper, canvas, wood, glass, lacquer, clay, leaf, copper or concrete, and may incorporate multiple other materials including sand, clay, paper, plaster, gold leaf as well as objects.
The term painting is also used outside of art as a common trade among craftsmen and builders.
Painting is a mode of creative expression, and the forms are numerous. Drawing, gesture, composition, narrative or abstraction, among other aesthetic modes, may serve to manifest the expressive and conceptual intention of the practitioner. Paintings can be naturalistic and representational (as in a still life or landscape painting), photographic, abstract, be loaded with narrative content, symbolism, emotion or be political in nature.
A portion of the history of painting in both Eastern and Western art is dominated by spiritual motifs and ideas; examples of this kind of painting range from artwork depicting mythological figures on pottery to Biblical scenes rendered on the interior walls and ceiling of the Sistine Chapel, to scenes from the life of Buddha.
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