Rinossinusite aguda é onipresente no PA e no consultório, mas 98% dos quadros são virais. Ainda assim, o uso inadequado de antibióticos segue alto. Neste vídeo, o Dr. Erick Rulli revisa, de forma prática e baseada em critérios clínicos, quando indicar antibiótico, quais esquemas preferir e quais evitar rotineiramente, além de armadilhas frequentes como solicitar radiografia de seios da face sem impacto na conduta. Aprenda um raciocínio enxuto para prescrever com segurança e reduzir resistência bacteriana.
✔ Diferenciar rinossinusite viral de bacteriana com 5 critérios clínicos acionáveis: dor facial intensa, febre alta, rinorreia purulenta unilateral, recaída após melhora e marcadores inflamatórios elevados.
✔ Por que RX de seios da face raramente ajuda e quando realmente muda a decisão?
✔ Esquemas de 1ª linha na rinossinusite bacteriana: amoxicilina/ácido clavulânico, cefuroxima e alternativa com macrolídeo (para alergia a beta-lactâmicos).
✔ Doses e duração usuais (7 a 14 dias) e como ajustar à realidade do paciente e do serviço.
✔ Dois antibióticos para não usar de rotina: quinolonas respiratórias e sulfametoxazol-trimetoprima, com justificativa clínica e de stewardship.
✔ Manejo sintomático e orientação ao paciente quando o quadro é viral.
✔ Sinais de alarme e quando reavaliar ou considerar complicações.
✔ Comunicação clínica: como explicar ao paciente por que antibiótico nem sempre é necessário.
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⚠️ Aviso: conteúdo destinado a médicos e estudantes de medicina. Não utilize este material para automedicação.
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