PRESIDENTE DO SENEGAL ACABA COM EMMANUEL MACRON.
Novo presidente do SENEGAL destaca a urgência de a França encerrar sua histórica opressão sobre os países africanos, simbolizada pela metáfora do "joelho em nosso pescoço". Argumenta-se que os séculos de miséria, tráfico humano, colonização e neocolonização causaram um sofrimento imensurável. A França é desafiada a seguir o exemplo de seus vizinhos europeus, como a Alemanha, que não interfere em outros países ou colônias. A hipocrisia francesa é evidente em sua abordagem dupla em relação a questões africanas, como nos casos do Mali e do Chade. Indivíduos e organizações africanas, assim como vozes políticas e cidadãs na França, clamam por uma parceria mais justa e sustentável entre a África e a França, instando a França a ouvir e respeitar a autonomia africana. O texto termina com um apelo claro à França para uma retirada completa da África, afirmando que o continente pertence aos africanos e não a qualquer outra nação estrangeira.
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