"Educação para a Sociedade" é uma disciplina escolar popular na Moldávia. Representa a pedagogia mais progressista e é amplamente financiada por fundos suíços. Uma visita a uma aula em uma escola de língua russa e outra de língua romena.
A Escola Constantin Sibirschi, em Chisinau, mantém suas tradições desde a época soviética. Fotos de turmas de diferentes gerações adornam as paredes maciças, algumas coloridas, outras em tons de cinza. “Muitos que se conheceram aqui mais tarde se casaram”, conta a diretora da escola, Aurelia Andries, que também estudou ali.
Ela é muito grata a seus próprios professores. “Meu professor de história sempre nos incentivava a fazer conexões entre o que estava acontecendo no presente e o que acontecia no passado”, diz Andries.
Todos os rostos que agora estão pendurados nas mesmas paredes não tiveram as mesmas aulas. Na União Soviética, os alunos tinham que ler nas entrelinhas. “Havia muita censura. Precisávamos nos expressar sem nos colocar em risco.” No entanto, para Andries, essa escola em particular foi o lugar onde ela aprendeu a pensar criticamente. Ela é grata aos seus professores por isso. Toda a turma na época entendeu que os professores os incentivavam a questionar? Andries balança a cabeça. No máximo, cinco em sua classe.
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