Tecoma stans, popularmente Ipê-de-jardim, amarelinho, guarã-guarã, ipê-amarelo-de-jardim, ipê-mirim, ipezinho-de-jardim ou sinos-amarelos, é um arbusto ou pequena árvore muito ramificada. As folhas compostas são serreadas, as flores amarelas em forma de campânula formam inflorescências vistosas.Tecoma stans, popularmente Ipê-de-jardim,[1] amarelinho,[2] guarã-guarã,[3] ipê-amarelo-de-jardim,[3] ipê-mirim,[3] ipezinho-de-jardim[3] ou sinos-amarelos,[4] é um arbusto ou pequena árvore muito ramificada. As folhas compostas são serreadas, as flores amarelas em forma de campânula formam inflorescências vistosas. Produz por longos períodos muitas sementes que germinam facilmente. Brota também a partir de estacas: podada, rebrota intensamente. Usada em arborização urbana.
Nativa do México e sul dos EUA, foi introduzida no Brasil a partir de 1871 como ornamental, e hoje é infestação séria em pastos em todo o país, mas afeta principalmente o Paraná e a Serra Gaúcha.
Nome Científico: Tecoma stans
Nomes Populares: Ipê-de-jardim, Amarelinho, Bignônia-amarela, Carobinha, Guarã-guarã, Ipê-amarelo-de-jardim, Ipê-mirim, Ipêzinho-de-jardim, Sinos-amarelos
Família: Bignoniaceae
Categoria: Árvores, Árvores Ornamentais, Plantas Daninhas
Clima: Equatorial, Oceânico, Subtropical, Tropical
Origem: América do Norte, América do Sul, Estados Unidos, México
Altura: 3.0 a 3.6 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
O ipê-de-jardim é uma arvoreta bastante ramificada, que pode alcançar 4 a 6 metros de altura. Ele apresenta folhas compostas por folíolos ovais-lanceolados, sub-sésseis e de bordas serrilhadas. As inflorescências são terminais ou axilares, com muitas flores tubulares, amarelas, muito parecidas com as do Ipê-amarelo (Tabebuia spp). A floração é maior nos meses mais quentes, mas pode perdurar durante o outono. Os frutos são cápsulas glabras deiscentes, compridas e contém muitas sementes aladas.
No paisagismo é apropriada isolada ou em grupos, formando renques. No entanto sua utilização é controversa, pois apesar de ser muito ornamental é considerada uma perigosa planta invasora, capaz de inutilizar pastagens e prejudicar a regeneração de áreas degradadas. Isto se deve à sua grande capacidade de produzir sementes viáveis e ao seu rápido crescimento.