Clipe filmado pela Carla Magliano
Editado por mim, Luiz Farias/VNDROID
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Letra:
As flores que eu nunca reguei
Obviamente estão mortas - não encosta na porta
Na mesma sala e as paredes
Respiram e estão tortas - a solidão me sufoca
Tenho sentido ultimamente que nada importa
Minhas prioridades interpostas
Relações pessoais interpoladas e expostas
Tenho medo e mereço que me dêem as costas
A dureza, ultimamente, é o que mais me conforta
Eu nunca vou ter sua resposta
Se tivesse, de repente, eu jogaria ela fora
Pra depois eu me sentir um bosta
Me vem, repentinamente, à memória
Andando à noite em Bota pela mesma rota
De sempre, tenho uma nota de cem
E vou jogar fora em papo furado e droga
Eu não sei o que eu quero
Mas eu não quero o que eu tenho agora
Eu não sei o que eu quero
Mas eu não quero o que eu tenho agora
Eu não sei o quê que eu quero, mas eu tô indo embora
Eu só sei que eu não quero o que eu tenho agora
Eu não sei o quê que eu quero, mas eu tô indo embora
Eu só sei que eu não quero o que eu tenho agora
É tanta coisa que isso me sufoca
De repente eu perdi o foco
É tanta gente que isso me sufoca
Por isso que de repente eu me isolo
Fita isolante no meu olho e na minha boca
Hoje eu vou dar aloka, sozinho no esgoto
Eu tô com um torcicolo, no meu colo tem um troço escroto
Torpe e louco, quase morto, vomito o tapete todo
Como torta, pouco importa se cê vai embora
Da minha vida, ou se fica, não me entenda mal, amiga
É que só temos tanto tempo em nossas vidas
E a gente desperdiça em relações vazias cheias de expectativas