🎮🔥 Castlevania: Rondo of Blood — FORRÓ TRIBUTE 🔥🎮
(Vocal Forró Nordestino — Fan-Made)
“Eu Tenho Parte com o Cão” is an unofficial fan-made vocal reinterpretation inspired by Opus 13 — reimagined as a lively and playful Brazilian forró journey where fear meets humor and attitude.
Originally intense and gothic, this track represents a dangerous climb through a cursed castle. Here, that tension transforms into rhythm, personality, and bold storytelling — where darkness becomes a challenge, and fear becomes something to laugh at.
The castle becomes a stage.
The danger becomes a dance.
And the fear… loses its power.
Accordion leads with expressive phrasing, zabumba drives like a fearless heartbeat, and vocals blend humor, courage, and narrative — turning every encounter into chaos and celebration.
This is not just a cover — it’s a reinterpretation of fear itself.
A forró driven by rhythm, personality, and nordestino spirit — where the unknown is faced head-on… smiling.
✅ New Portuguese lyrics + vocal forró arrangement (fan-made)
🧠 AI-assisted production (ChatGPT, Gemini, Perplexity, Suno Pro) + editing/mix/master (FL Studio, Sound Forge)
🎼 Original Music
Opus 13 — Castlevania: Rondo of Blood
Composer: Konami Kukeiha Club
Year: 1993
🎤 Cover Version
Brazilian forró reinterpretation with expressive accordion, rhythmic percussion, and playful storytelling.
📜 Lyrics — Eu Tenho Parte com o Cão
Oxente...
Esse castelo tá todo se bulindo no escuro...
Mas eu num vim só, não.
Trouxe Asa-Branca, trouxe gato, trouxe Jabuti, trouxe Calango Gigante...
E digo mais: eu tenho parte até com o cão.
Se ele me olhar torto, eu boto ele pra trabalhar também.
Vamo simbora!
Entrei no castelo, rangendo o portão
Cheio de poeira, de vela e clarão
Mas nem me avexei com sombra nem grito
Soltei foi o gato, ligeiro e bonito
Asa-Branca risca por cima do salão
Fazendo os malino perder direção
Se vem assombração querendo crescer
Eu mando os meus bicho resolver
Ô lugar carregado, cheio de ilusão
Mas comigo é na raça, na invocação
Se aparece perigo, já viro o rojão
Maria dos Bicho não foge, não
É bicho, é bicho, é bicho em ação
No Castelo da Vânia só dá confusão
Se correr eu deixo, se inventar de peitar
Meus bicho te acha sem nem perguntar
É bicho, é bicho, eu venho ligeira
Com fé nordestina e zoeira certeira
E quem duvidar da minha proteção
Vai ouvir que eu tenho parte com o cão
Subi pelas torre, desci por porão
Ouvi corrente, estalo e trovão
Veio um esqueleto se achando valente
Levou do Jabuti, caiu de repente
Depois apareceu um troço invocado
Aí foi o Calango, danado e arretado
Cresceu no escuro, bateu no portão
E fez o castelo tremer pelo chão
O gato se enrosca, se esconde, revira
Pula da parede, arranha e gira
Quem pensa que eu ando sozinha aqui
Se engana ligeiro, mexeu vai cair
Se tranca uma porta, eu acho passagem
Se inventam mistério, eu faço bagagem
E se a coisa aperta no corredor
Eu chamo meus bicho e pronto, acabou
É bicho, é bicho, é bicho em ação
No Castelo da Vânia só dá confusão
Se correr eu deixo, se inventar de peitar
Meus bicho te acha sem nem perguntar
É bicho, é bicho, eu venho ligeira
Com fé nordestina e zoeira certeira
E quem duvidar da minha proteção
Vai ouvir que eu tenho parte com o cão
Ei... tu aí atrás da cortina...
Eu já vi teu vulto, viu?
Sai por bem...
Ou eu mando o gato primeiro e depois negocio.
Lá no fundo eu ouvi foi um povo gritar
Era Ricardo sem rumo, sem saber pra onde andar
Gritei: “se apruma, homem, deixe de aflição!”
Que eu tô carregando essa expedição
E nessa agonia de vela e corrente
Ainda tem Janete na cabeça da gente
Ricardo se aperta, se zanga, se some
Mas basta falar nela que ele vira outro homem
Eu digo: “ande logo, deixe de demora
Que salvar Janete num vai ser de uma hora”
Ele fica todo queimando de paixão
E eu vou abrindo estrada com minha criação
No escuro desse canto eu não perco a linha
Pode vir caveira, fumaça ou rainha
Se o mal me encara com cara de dono
Eu rio na frente e bagunço o trono
Tenho Asa-Branca, tenho gato ligeiro
Jabuti pancada e Calango rasteiro
E se o terror quiser crescer no sertão
Eu lembro de novo: tenho parte com o cão
É bicho, é bicho, é tropa formada
Aqui é Maria, não fico parada
Se correr eu deixo, mas se vacilar
Asa-Branca sobe só pra te cercar
É bicho, é bicho, segura esse chão
Jabuti na frente quebrando o salão
Gato na parede, Calango no clarão
E eu dando risada com parte com o cão
É bicho, é bicho, no peito e na voz
Ricardo e Janete tão olhando pra nós
No Castelo da Vânia, se a noite pesar
Maria dos Bicho ainda vai é cantar
Oxente...
Resgatei gente, soltei bicho, botei medo em assombração...
E ainda disseram que eu era só uma menina.
Hmpf.
⚠️ Disclaimer: Not affiliated with Konami. This is not the original soundtrack (OST).
All rights belong to their respective owners.
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