Sobre a incrível invenção que é a máquina "ser humano", como ela funciona através do tempo e, especialmente, sobre escolhas e caminhos.
Um filme de Rafael Valentini
Trilha sonora de Eli de Lima
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Máquina do Tempo
Eis que sou uma espetaculosa invenção
Capaz de encantar e ludibriar
Acender e apagar
E uma estrela no céu que já não mais existe, enxergar
Me chamo Máquina do Tempo
Existo no presente, examino o passado e esboço o futuro
O "agora" é a única coisa que tenho, sempre tive e pra sempre terei
Se sou o que sou é porque erros não existem
Porque se assim existissem, o que sou não seria o que se é
Traduzo acontecimentos na velocidade da luz
E a capacidade de entendê-los é o que me conduz
Meus obstáculos são minhas ilusões
Onde os acasos neutros se fantasiam de leões
Toda senda senda é
Seja estreita a viela, curto o atalho, longa a estrada, íngreme o acesso, esburacada rodovia
A todo momento há uma nova curva para se fazer à pé
Meu combustível, o pretérito
O horizonte, impulso
O vigente, dádiva.
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