A queda gradual da NIKE.

Опубликовано: 01 Март 2026
на канале: WBW – Economia e Sociedade
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NIKE, a gigante das roupas desportivas… Imagem de referência quando pensamos em sapatilhas ou ténis… A Nike domina o mercado dos ténis, detendo sensivelmente 38% da quota de mercado, ou market share. Uma empresa que inovou, conquistou e durante anos liderava a larga distancia dos seus competidores, o mercado.
Para isto temos de recuar ao inicio de 2020, quando a Nike, trocou de CEO, saindo Marke Parker, que desempenhou funções por 16 anos. Com a sua saída veio, John Donahoe, embora tivesse feito parte do concelho de administração da Nike em 2014, Donahoe fez carreira a liderar de empresas tecnológicas como chairman da PayPal e CEO e presidente da Ebay.
E se olharmos para as vendas de e-commerce, as vendas pela internet feitas diretamente para o consumidor final, vemos um crescimento substancial, de 2014, 1,1M de dólares, até 2019, 5,2M. Mas o maior salto seria de 2019 para 2020, chegando aos 8,7M de dólares. Alias até ao final desse ano a aplicação da marca dobrou o nº de utilizadores e as vendas já representavam 20% das vendas da marca.
A Nike investiu de forma pesada na sua presença digital, construindo 4 aplicações, desviando-se dos retalhistas e aumentando as margens com a venda direta ao cliente. Chegando ao ponto de rescindir contratos com 1/3 das marcas de retalho na qual trabalhava e diminuiu a quantidade de merchandising que enviava para os restantes.
Tudo estava a correr bem e em maio de 2020 as vendas online já representavam 30% das vendas totais, meta atingida 3 anos antes do esperado. E se esta meta era ambiciosa meta traçada por Donahoe era chegar aos 50%. Infelizmente não aconteceu…



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