As embalagens que mais poluem o ambiente

Опубликовано: 10 Сентябрь 2026
на канале: PantanalMIX
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A engenheira química Renata Bachmann Guimarães Valt lançou ,em São Paulo, um estudo que aponta o impacto ambiental das embalagens de bebidas em todo o seu ciclo de vida, desde a obtenção de sua matéria-prima até a disposição do produto final, considerando inclusive o processo de reciclagem.
O trabalho leva em consideração os efeitos da produção de cada embalagem (alumínio, PET e vidro) sobre o esgotamento de recursos naturais, o aquecimento global e o efeito fotoquímico resultante de sua fabricação.
A tese de mestrado foi transformada em livro.O estudo se destina em especial aos consumidores, que podem ter uma idéia melhor daquilo que consomem, os impactos que provocam no meio, e como podem agir para minimizá-los na hora da compra.
O estudo privilegiou as embalagens de refrigerantes, já que os fabricantes utilizam os três materiais: PET, vidro e alumínio.
Uma das principais conclusões : alumínio é a melhor opção ambiental, já que a reciclagem do material ultrapassa os 95%, contra 47% do PET e 45% do vidro.
O livro de Renata Valt conclui que todas as embalagens apresentam algum tipo de impacto, mas a lata de alumínio é a que tem a menor contribuição negativa.
Elaborado há 3 anos como tese de mestrado na Universidade Federal do Paraná, o trabalho foi atualizado recentemente, com base nas taxas de reciclagem de 2005 e utiliza o método Eco-Indicador 95, que adota como categorias de impacto ambiental o aquecimento global, a eutrofização (adição de nutrientes à água), a acidificação (transformação de gases emitidos para o ar em elementos ácidos) e o efeito fotoquímico (reação entre compostos orgânicos voláteis e outras substâncias, formando compostos oxidantes, que causam irritação das vias respiratórias), entre outros.