Cinco anos após seu lançamento, a scooter de entrada da Honda chega à sua segunda geração, recebendo profundas mudanças estéticas, ciclísticas e mecânicas.
A mais evidente se deu no design. Embora suas formas angulosas tenham sido mantidas, as carenagens foram profundamente revistas, com a cor ganhando ainda mais predominância sobre os elementos em preto. O farol agora é novo, apresentando lâmpada em LED, mas agora, com as luzes diurnas de posição alocadas na carenagem do guidão, enquanto que os piscas encontram-se agora, ao lado do farol. A lanterna traseira também foi redesenhada e está mais ampla, individualizando as diferentes funções, luz de posição/freio e piscas.
Um novo painel totalmente digital em LCD blackout foi adotado e agora traz ainda um computador de bordo que informa a função ECO (que indica o modo mais econômico de condução), consumo instantâneo, consumo médio, autonomia restante e indicador de bateria. Outro equipamento inédito é a função “Pass” no comutador do farol baixo/alto, que permite lampejo de sinalização com o farol alto de modo prático e seguro.
Outra mudança significativa se deu no bocal de abastecimento, que agora encontra-se na traseira da scooter, logo após o término do assento.
O motor é totalmente novo e foi desenvolvido a partir do zero e sem usar componentes da versão anterior, este novo propulsor de 123,9 cc, OHC e arrefecido a ar traz a tecnologia eSP (Enhanced Smart Power), que deixa seu funcionamento mais suave graças ao menor índice de atrito entre suas partes. Ele desenvolve 8,2 cv a 6.250 rpm e 1,06 kgf.m a 5.000 rpm e seus intervalos de manutenção passaram dos 4.000 para 6.000 km.
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