Ela surgiu em 2020 trazendo no design a assinatura do legado da irmã maior CBR 1000RR Fireblade SP, onde o destaque neste aspecto, ficava paraos invocados faróis cujos cantos superiores eram "puxados" pelos traços da carenagem.
Além dos novos gráficos, a esportiva de entrada da Honda traz suspensão dianteira, invertida Showa, que apresenta as tecnologias SFF (Separated Function Fork), onde cada tubo tem uma função diferente (um recebe a mole e o outro, o óleo, para deixar o conjunto mais leve) e BPF (Big Piston Fork), onde um pistão maior se encarrega de realizar o trabalho de compressão e retorno.
Ainda no âmbito ciclístico, a moto ganhou um novo chassis, 4 kg mais leve e as rodas ganharam nova cor, calçadas com pneus Dunlop Sportmax D21-4F nas medidas 120/70-ZR17 na frente e 180/55-ZR17 atrás.
Para ampliar a segurança, ela recebeu também o alerta de frenagem ESS (Emergency Stop Signal), que aciona os piscas de forma intermitente em reduções intensas de velocidade, avisando quem vem atrás.
Seu quatro-em-linha de 649cc é arrefecido a líquido e alimentado por injeção eletrônica PGM-FI desenvolve 88,4 cv a 11.500 rpm e torque máximo de 6,13 kgf.m a 8.000 rpm, valores sensivelmente menores daqueles desenvolvidos pela moto em outros mercados, onde entrega 95 cv a 12.000 rpm e 6,5 kgf.m a 8.500 rpm.
Quer saber mais? Assista ao vídeo e leia a edição 283 da Moto Adventure, a Revista dos Melhroes Motociclistas.
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